Malafaia diz que Xandão é mau caráter e lobista do STF
O conhecido pastor Silas Malafaia, incansável combatente do juiz Alexandre de Moraes e sua turma no STF, não poupa críticas a esse nocivo lobista e opressor dos incautos brasileiros em meio a seus atos de esquizofrenia, galgado pelo desgoverno de esquerda comandado por Lula Drão e sua Janja comedora de paca.
Em vídeo, Silas detona o travestido juiz sobre a sua atuação à frente da Organização Criminosas formada pelos juízes do Supremo Tribunal Federal (STF), do qual é alvo de intensas críticas e controvérsias, com diversos atores políticos e figuras públicas classificando suas ações como injustas ou autoritárias. As principais queixas giram em torno de suas decisões no inquérito das fake news e outras investigações relacionadas a ataques à democracia.
·Inquérito das Fake News: Moraes é titular do inquérito das fake news, aberto em 2019, que é frequentemente criticado por não ter um objeto definido, prazo para terminar e por ser instaurado de ofício (sem provocação do Ministério Público) pelo STF.
·Conflitos com Elon Musk: O dono do X (antigo Twitter), Elon Musk, chamou Moraes de "uma vergonha total para a Justiça" e afirmou que o ministro viola a lei de forma repetida e flagrante, em resposta a exigências que violariam leis locais.
·Críticas de Parlamentares: Deputados, como Nikolas Ferreira, ironizam e criticam Moraes, alegando perseguição e apontando erros em suas sentenças, como uma troca de "mas" por "mais" em uma decisão envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
·Acusações de "Injustiça": As críticas se concentram na ideia de que as investigações de Moraes não têm limites definidos, funcionando como um "inquérito geral" que afeta direitos fundamentais e a liberdade de expressão.
·Tensão no STF: Houve momentos em que outros ministros do STF, como Flávio Dino e Gilmar Mendes, criticaram de forma genérica inquéritos sem prazo ou objeto definido, o que foi interpretado por observadores como um recado para a forma como Moraes conduz suas investigações.
Essas ações geraram um debate sobre os limites do poder judiciário e a condução do inquérito, com apoiadores defendendo as medidas como necessárias para a proteção da democracia e críticos argumentando que elas configuram abuso de autoridade.