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Advogados escondem quem mandou matar Bolsonaro


O Tribunal Regional Federal da 1ª Região derrubou as restrições à reabertura das investigações sobre o atentado a faca contra o presidente Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. A Justiça autorizou a quebra de sigilo de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, advogado que na época defendeu Adélio Bispo, o autor da facada. 

Por 3 votos a 1, desembargadores do TRF-1 autorizaram mandados de busca e apreensão contra o advogado. As medidas tinham sido determinadas em 2018 pela 3ª Vara de Juiz de Fora (MG), onde a facada ocorreu. Em 2019, o desembargador Néviton Guedes, relator do caso no TRF-1, suspendeu o cumprimento das ações com uma liminar a pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). 

Com a decisão do TRF-1, prevalece o entendimento da3ª Vara de Juiz de Fora, que determinou a retomada das investigações com o objetivo de apurar se houve um mandante para o crime, especialmente porque Zanone Manuel teria defendido Adélio gratuitamente após a facada contra Bolsonaro. A quebra de sigilo do advogado foi pedida pelo próprio presidente. Pela decisão da Justiça, serão analisadas movimentações financeiras realizadas de setembro a dezembro de 2018, período decorrido depois do atentado.

A reabertura da apuração sobre a facada ocorre após a realização de dois inquéritos sobre o caso. Em julho de 2019, depois de analisar os quatro celulares, o notebook e as movimentações financeiras de Adélio, a Polícia Federal concluiu que o autor da facada agiu sozinho, sem mandantes ou cúmplices. Esse inquérito confirmou as conclusões de um inquérito anterior, feito nas duas semanas após a facada. 

Na Justiça Federal de Juiz de Fora, Adélio foi considerado incapaz em razão de distúrbios psicológicos. Em junho de 2019, ele acabou inocentado do crime de “atentado pessoal por inconformismo político”, previsto na Lei de Segurança Nacional e apontado na denúncia dos procuradores. Se condenado, ele poderia ter pegado até 20 anos de prisão. Bolsonaro chegou a dizer publicamente que apelaria da decisão, mas nem ele nem o Ministério Público Federal apresentaram recurso.

Adélio Bispo cumpre medida de segurança na penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, por tempo indeterminado. Em 2022, sua condição psicológica será reavaliada.

Eis o vídeo

Advogados mentem

A defesa de Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada em Jair Bolsonaro em 2018, foi composta por uma equipe de advogados criminalistas, considerados os mais caros do Brasil, sendo o principal deles Zanone Manuel de Oliveira Júnior. O escritório, baseado em Minas Gerais, defendeu a tese de inimputabilidade por doença mental, resultando na absolvição imprópria de Adélio, que foi considerado isento de pena e internado.


Advogados do caso Adélio Bispo escondem quem mandou matar Bolsonaro. Zanone ao centro, é investigado pela PF

Principais detalhes sobre a defesa:

Equipe: Além de Zanone, atuaram os advogados Pedro Augusto Lima Possa, Fernando Costa Magalhães e Fábio Costa Rodrigues.

Contratação e Pagamento: A equipe afirmou inicialmente que a defesa foi contratada por uma pessoa ligada à igreja evangélica frequentada por Adélio, em Montes Claros (MG), que solicitou anonimato.

Investigações: A Polícia Federal (PF) investigou quem financiou a defesa, dado que Adélio não tinha patrimônio. Zanone Júnior alegou que os custos foram assumidos por um financiador misterioso, que pagou uma parte, e posteriormente pelos próprios advogados visando notoriedade.

Polêmicas: Advogados da equipe (Fernando Magalhães) foram alvo de investigações da PF por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC, mas a corporação concluiu que não houve relação do crime organizado com o atentado a faca.

Zanone Júnior é conhecido por atuar em casos de grande repercussão, como a defesa do ex-policial "Bola" no caso Eliza Samudio.

 




 

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