Em 106 urnas do segundo turno, Lula (PT) ficou com todos os votos válidos: somou 14.860, e Flávio Bolsonaro (PL) não teve nenhum. O dado é de um levantamento da Paris Group publicado pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, e viralizou nas redes sociais.
Isto prova, por A+B, que a possibilidade de fraude é enorme e que estas urnas não são confiáveis a ponto de se estabelecer um parâmetro de vida e morte àqueles que desconfiarem ou tecerem injúrias a única arma do poder podre do país.
Os números foram conferidos pelo Jornal Razão nos boletins de urna do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maioria dessas urnas fica no Norte (65) e no Nordeste (29). No Amazonas, Flávio zerou em seções de 13 municípios. Numa urna de Tabatinga, Lula teve 354 votos; Flávio, nenhum.
No sentido inverso, Lula não teve votos em apenas quatro seções. A paradinha nas seções eleitorais no primeiro turno provou a teoria da conspiração quando o candidato Flavio Bolsonaro estava ganhando acima de 51%, e quando foi corrigido para o recomeço, Lula já teria subido para 45,16%, quase encostando no adversário que ficou com 47,03%.
A trama mesmo veio no segundo turno quando os magistrados defensores do poder ditatorial, mandaram estender o prazo de votação até 19h00, dando motivos de sobra para especulações indesejáveis por ordem do STF e acatado pelo STE.
Como dizia Rui Barbosa: “Quando o judiciário se corrompe, não há mais nada a quem rcorer”.