Eleitor impede políticos tradicionais voltarem à cena do crime no Brasil
Os políticos tradicionais do Brasil não conseguiram se reeleger ou uma nova eleição, graças à intervenção do eleitor que começa a se articular e botar todos esses vagabundos para fora da mamata, mesmo com a ajuda do judiciário faccionado. Políticos tradicionais ficam sem mandato após eleição de 2026 Derrotas no 1º turno deixam nomes como Aécio, Ciro Gomes, José Dirceu, Marina Silva, Simone Tebet e Randolfe Rodrigues sem cargo eletivo.
O resultado do 1º turno das eleições não significa, por si só, uma rejeição aos políticos tradicionais, mas reforça uma transição geracional que já estava em curso Infografia/Poder360 Lígia Saba Jonathan Karter de Brasília 4.out.2026 (domingo) - 23h31 Priorize o Poder no Google O 1º turno da eleição de 2026 disputado neste domingo deixou de fora do Congresso e de outros cargos no governo.
O 1º turno da eleição deixou de fora do Congresso e de outros cargos nomes com décadas de atuação na política brasileira. Entre os derrotados estão Randolfe Rodrigues (PT), Ciro Gomes (PSDB), Aécio Neves (PSDB), Ciro Nogueira (PP), Marcelo Crivella (Republicanos), José Dirceu (PT), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Gleisi Hoffmann (PT), Manuela D’Ávila (Psol) e Soraya Thronicke (PSB). O grupo reúne políticos que tentavam renovar o mandato e outros que buscavam voltar à vida pública depois de um período fora dos cargos eletivos.
NÃO CONSEGUIRAM VOLTAR À POLÍTICA Aécio Neves tentou voltar ao Senado. Ex-governador de Minas Gerais, ex-presidente da Câmara e ex-senador, foi candidato à Presidência em 2014 e chegou ao 2º turno contra Dilma Rousseff. Em 2026, encerra o mandato como deputado federal e não conseguiu se reeleger à Casa Alta. No Ceará, Ciro Gomes tentou voltar ao governo estadual. Ex-governador, ex-ministro e ex-deputado, foi candidato à Presidência 4 vezes. A derrota o deixa sem mandato eletivo.
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Em São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet tentaram retornar ao Senado. Marina foi senadora pelo Acre por 2 mandatos, ministra do Meio Ambiente e candidata à Presidência em 2010, 2014 e 2018. Tebet foi senadora por Mato Grosso do Sul, ministra do Planejamento e candidata à Presidência em 2022. As duas ficaram fora das vagas paulistas.... Também em São Paulo, José Dirceu tentou voltar à Câmara. Ex-deputado federal e ex-ministro-chefe da Casa Civil, ele retomou a disputa eleitoral em 2026, mas não conseguiu o mandato. Gleisi Hoffmann (PT), por sua vez, tentou retornar ao Senado pelo Paraná depois de ter ocupado uma cadeira na Casa de 2011 a 2019. Ficou em 4º lugar, atrás de Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), que conquistaram as duas vagas.
Dallagnol teve o registro inicialmente indeferido pelo TSE na véspera da eleição, mas o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a decisão no domingo e manteve. Dallagnol teve o registro inicialmente indeferido pelo TSE na véspera da eleição, mas o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a decisão no domingo e manteve a candidatura na disputa.
Roseana Sarney (MDB) também tentou voltar ao Senado pelo Maranhão. Governadora do Estado por 4 mandatos e senadora de 2003 a 2011, ficou fora das duas vagas. Outros políticos tradicionais que tentaram voltar e não conseguiram foram Benedita da Silva (PT), Paulo Pimenta (PT) e Delúbio Soares (PT). Benedita, ex-governadora, ex-senadora, ex-ministra e deputada constituinte, disputou o Senado.