Infelizmente, o Brasil perdeu a Copa do Mundo de 2026 e, pelo andar da carruagem, ainda vai perder muito mais na economia, política, segurança, educação e avanço social se não debelarmos a esquerdopatia a tempo. Este país não pode mais ser classificado como expoente emergencial no mundo.
O atual presidente não se enquadra na moralidade política do seu próprio país, nem tão pouco nas demais nações do planeta devido ao seu tom debochado e ridículo. Poucos ainda acreditam na sua capacidade política e moral para governar um país continental com mentiras e insinuações chulas.
Basta ver os memes da sua baixaria que enojam qualquer brasileiro, até mesmo os seus asseclas da baixa e alta corte. Vários vídeos, entre eles, um do bispo Dom Léo Assis, contendo duras críticas ao presidente Luiz Lula Paca da Silva, voltou a ganhar grande repercussão nas redes sociais, alcançando milhões de visualizações e despertando intensos debates entre apoiadores e críticos.
A publicação rapidamente se espalhou por diferentes plataformas, gerando milhares de comentários, compartilhamentos e reações. Enquanto alguns internautas demonstram apoio às declarações do religioso, outros contestam o conteúdo e defendem posicionamentos divergentes, evidenciando a forte polarização política presente no cenário nacional.
O episódio reforça o papel das redes sociais como um dos principais espaços de discussão pública no Brasil, onde opiniões de líderes religiosos, políticos e influenciadores frequentemente alcançam grande repercussão e influenciam o debate entre os usuários. Lia Fernandes
Se o bem não podes fazer, o mal não faças também. Já faz o bem sem saber quem não faz mal a ninguém. Há tanta gente sofrendo, morrendo desde o nascer, que chega o dia da morte e não tem mais o que morrer.
O regime político não transforma bandido em cidadão de bem. O que define uma pessoa são suas escolhas e suas ações, não o discurso que ela usa para se defender. Antes de tratar alguém como herói, vale perguntar: pelo que essa pessoa responde e quais atos cometeu?
OS VÍDEOS COMPROVAM
Eliana Calmon é formada em Direito e foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira no STJ, onde está desde 1999. Ela iniciou a carreira da magistratura como juíza federal e depois integrou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.