Como sempre, quanto mais mexe, mais a merda fede. E este juizinho recém togado pela hombridade de Jair Messias Bolsonaro, que para muitos, por ser piauiense, não representa nada aos seus conterrâneos. É grosso, injusto e mal-educado e com indícios de benefícios do próprio cargo em favor do seu filho Kevin de Carvalho Marques, que recebeu mais de recebeu R$ 18 milhões do Banco Master e da JBS, por uma consultoria, a Consult Inteligência.
Por estas e outras é que o ministro Kassio se aproveita do sistema que integra e vai em frente ser medo de ser feliz. Na sua festa de posse, - e que mega posse no Tribunal Superior Eleitoral, - ele não gastou um centavo para quem quis comparecer e teve que pagar do próprio bolso a bagatela de
R$ 800 por pessoa, valor que incluía comida e bebida à vontade.
Nem mesmo os colegas de tribunais superiores escaparam da cobrança. A festa foi organizada pela Ajufe, a Associação dos Juízes Federais do Brasil, que cobrou os R$ 800 de adesão.
Qualquer expectativa de cortesia foi por água abaixo: quem quis ir teve que pagar. Ao todo, 800 pessoas compraram ingressos a R$ 800 cada, totalizando uma arrecadação de R$ 640 mil.
A maioria dos ministros do STF optou por não comparecer. No palco, os mestres do samba Jorge Aragão, Sombrinha, Dudu Nobre e Ivo Meirelles homenagearam o novo presidente do TSE com o coro “ô-ô-ô-ô Kassio Nunes chegou ô-ô”, adaptando o refrão da clássica “Exaltação à Mangueira”, de Jamelão.
O próprio ministro também pegou o microfone e cantou o samba-enredo “É Hoje”.
No salão, o cantor sertanejo Gusttavo Lima, amigo pessoal do ministro, foi tietado pelos presentes, assim como Xand Avião, Henrique e Juliano, além de Flávio Bolsonaro.