O diretor administrativo e financeiro da Maternidade Dona Evangelina Rosa, José Alberto Alencar, deveria ser execrado do serviço público para o bem de todos que giram em torno do órgão que se locupleta com gordos salários e por fazer falsas afirmações e propaganda enganosa.
Ao mentir descaradamente em matéria do Fantástico, , exibida na noite deste domingo (12), que não houve falha nos protocolos de segurança da unidade durante a tentativa de sequestro de uma recém-nascida. Segundo ele, a maternidade conta com leitores faciais, portas com controle por senhas e códigos, além de profissionais treinados para agir em situações desse tipo. “É importante ressaltar que não houve falha na segurança.
Nós temos muitas barreiras de segurança”, declarou. A fala, no entanto, gerou repercussão nas redes sociais, onde internautas questionaram a declaração após a reportagem mostrar imagens que indicam que a bebê só não foi levada porque a tia desconfiou da atitude da suspeita, seguiu a mulher e encontrou a criança escondida dentro de uma bolsa antes que ela deixasse a unidade.
Ou esse diretor está protegendo a sua funcionária, ou está querendo tampar o sol com peneira ao afirmar esse absurdo. Se não fosse uma acompanhante parenta da parturiente, o rapto teria sido consumado e nenhum segurança apareceu para socorrer o incapaz do bebê.

Enfermeira tentando raptar o bebê e ela mostrando que é doente mentar
A principal investigada é a técnica de enfermagem Auricélia Rocha, que estava de folga no dia do caso. Segundo a Polícia Civil, ela teria informado à mãe da bebê que levaria a criança para exames de rotina, mas acabou sendo interceptada pela tia da recém-nascida, que encontrou a menina dentro de uma bolsa.
Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que a suspeita mantinha um quarto preparado para receber um bebê, com berço, banheira, fraldas e roupas infantis. Familiares afirmaram acreditar que ela estava grávida, embora não existissem exames que comprovassem a gestação.
Auricélia foi presa preventivamente após receber alta de uma clínica psiquiátrica. A defesa informou que ela apresenta sintomas esquizofrênicos e faz tratamento médico, mas a polícia afirma que, até o momento, não há elementos que indiquem incapacidade penal. O caso segue sob investigação.
É sempre assim. Uma bandida ou bandido se aproveitam de algumas situações, são presos, e seus advogados rabo de cabra alegam imediamente que seu cliente tem problemas mentais. Ora bolas! Esta narrativa de defesa já está por demais surrada e batida. Arranjem outra conversa fiada.