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Setrans mantém vício para superfaturar obras públicas

Guilhermano: um vício para melhorar o bolso

Uma rápida averiguação do Tribunal de Contas do Piauí-TCE, nos documentos da Secretaria de Transportes do Governo do Estado, ficou comprovada conduta inadequada por parte do seu secretário Guilhermano Pires, na prática de parceria com os dividendos financeiros oriundos de serviços prestados.

Na inspeção, ficou evidenciado que desde o ano de 2015, o secretário mantinha uma prática trazida de anos anteriores, que era o repasse de serviços finalísticos que o próprio órgão deveria realizar sem a presença de empresas privadas pagando quantias milionárias.

Só para a realização dos serviços aeroportuários do aeroporto de Floriano, a ESAERO recebia R$ 800 mil. Pouco do dinheiro gasto mensalmente daria para contratar, por exemplo, inúmeros concursados que passariam a exercer as mesmas funções tocadas pelas empresas privadas amigas do poder

O TCE-PI garante que a prática é antiga na pasta e vem de anos como 2011, 2012 e 2014, conforme constatações do Tribunal de Contas. Porém, foi mantida por Guilhermano, no exercício de 2015, através de “Termos Aditivos”, segundo relatório da Corte de Contas.

Os gastos são astronômicos, chegando quase à casa dos R$ 2 milhões. Só a Labor Construtora Ltda recebia R$ 1.015.000,00, mensalmente, pela “execução de serviços inerentes à preservação da integridade da infraestrutura e da segurança de trânsito nas rodovias estaduais, mediante o uso de sistemas portáteis (móveis) de pesagem rodoviário e de sistemas complementares associados”.

Contratos vinham de muito longe e foram renovados pela atual gestão, assim como Empresa de Serviços Aereoportuáruios – ESAERO, muito bem paga através de dois contratos prorrogados ano após ano.

Um deles diz respeito a “serviço de administração aeroportuária no aeroporto de Floriano”, pelo qual recebia exatos R$ 800.530,32 por mês.

O outro contrato tinha como objeto o “serviço de administração aeroportuária no aeroporto de São Raimundo Nonato”, cujo valor mensal era da ordem de R$ 98.506,79.

A SETRANS manteve as contratações referidas no exercício de 2015, “por meio de Termos Aditivos para a execução dos objetos nos contratos em questão. Entretanto, tais atividades, em que pese terem sido objeto de terceirização, devem ser desempenhadas por servidores da SETRANS, porquanto, trata-se de atribuições finalísticas do órgão”, diz o relatório.

 




 







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