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Bancos levam calote do governo e não emprestam mais

Comunicado dos bancos aos servidores

Os bancos oficiais no Piauí cancelaram todos os empréstimos consignados aos servidores do Estado devido à falta de pagamento ou repasses do governo há mais de quatro meses em atraso. O governo desconta os valores correspondentes no contracheque dos barnabés e não repassa, causando a inclusão do nome dos servidores no SPC e Serasa.

Por conta da irresponsabilidade do governo, esses bancos não realizam mais nenhum tipo de empréstimo enquanto não for regularizada a situação vexatória. O crédito consignado é a modalidade de crédito pessoal em que o valor das parcelas é descontado automaticamente, direto no contracheque ou benefício INSS.

Por exemplo, essa é uma forma de servidores públicos e empregados de algumas empresas privadas pegarem empréstimos e parcelar o valor para pagamento dessas divida com juros bem menores. A modalidade é benéfica tanto para o trabalhador, quanto para instituição financeira, já que o valor da mensalidade de pagamento de empréstimo é descontado direto da conta do trabalhador e repassado para a instituição, caindo assim os riscos de calote por parte da pessoa que pegou empréstimo.

Apesar disso, as instituições financeiras que concederam empréstimos à servidores públicos estaduais do Piauí, estariam passando por mal bocados. Isso porque, segundo denuncias o Governo do Piauí estaria realizando o desconto no contracheque dos servidores que tem empréstimo consignado, mas não estariam repassando esse dinheiro para as instituições financeiras, que por sua vez, estariam emitindo cobranças e deixando negativados os servidores do Estado, que nada teriam haver com a possível ‘irresponsabilidade’ do Governo do Estado, que estaria ‘tomando’ para si um dinheiro que não lhe pertence.

Caso na Justiça

A notícia sobre o calote as financeiras por parte do Governo do Piauí chegou a imprensa que difundiu a informação e agora o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) quer saber se isso é realmente verídico. Para isso, instaurou auditoria, tendo uma equipe de auditores do Tribunal a missão de fazer uma vistoria nas contas do Governo, com relação ao caso, e apurar essas informações.

O tribunal agora que saber se o Governo está cumprindo seu papel de mediador, entre o servidor e a instituição financeira, e não dando calote nesses dois últimos citados. 

Políticos da oposição, que já teriam feito essa auditoria, denunciam que são mais de R$ 150 Milhões descontados dos servidores, mas que o Governo não repassou aos bancos. Deixando os servidores inadimplentes nos bancos por não repassarem os valores descontados, tendo os servidores até já recebido cartas de cobranças das instituições credoras.

 




 







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