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Eles se entendem na hora de lavar a roupa suja



Isto é o que podemos chamar de "gang organizada". Quebram o pau por interesses espúrios, depois se juntam para lavar a roupa suja à base de comida e bebida com tapinhas nas costas e elogios rasteiros.

Nota-se, pelo passar dos dias, que a vice governadora do Piaui, Margarete Coelho, está mais próxima do governador Wellington Dias que sua própria esposa, a deputada federal Rejane Dias. No meio político e adjacentes, comenta-se que Rejane aparece menos nas fotos que a vice. Já há sinais de ciúmes nor ar.

No aniversário do vereador Venâncio, filho da deputada estadual Flora Isabel, (no centro), foi proibido falar sobre a Lava Jato e propina. Aí sim, a festança foi beleza!



Essa babaquice da Rede Globo, bem que poderia ser para orientar o povo a aprender votar. O que falta ao Brasil, é saber votar, como diria Pelé.

O povo sem esperanças e o povo de Bolsonaro

Sergio Saraiva

A pesquisa CNT mostrou que Lula continua imbatível na corrida eleitoral de 2018. Mas há mais do que isso nessa pesquisa. Há nela dados muito interessantes. Mostram como o povo tem uma visão própria que não é retratada pela mídia mainstream. Mas mostram também que Bolsonaro deve começar a ser levado a sério - não por ele em si, mas pelo povo que representa.

Um brasileiro que não confia na Justiça

O Judiciário tem estado nas manchetes dos jornais há alguns anos. Sempre louvado como a indutor de uma nova moralidade pública. Procuradores e juízes tornaram-se estrelas das redes sociais com assessores de imprensa e intenso circuito social.

Nada disso parece ter melhorado a imagem do Judiciário junto à população.

Mais de 60% da população não acredita que a Lava Jato resolverá a questão da corrupção no país. Há algo errado que está indo na contramão de toda a agitação midiática que cerca essa operação. Talvez a própria que bateu duro no PT e outros partidos, mas parece titubear frente ao PSDB. Teria o povo feito essa leitura?

Agora, a informação alarmante é que 90% dos brasileiros pesquisados não confiam na Justiça e não creem que ela seja isenta.

Algo que deveria ter imediatamente despertado reações do Judiciário em saber o porquê de tão má avaliação do nosso Poder mais profissionalizado. Que não tenha provocado sequer uma ruga nas togas engomadas mostra que o povo tem razão na sua desconfiança.

Um brasileiro sem esperança

Entre as pesquisas da CNT – Confederação nacional do Transporte – de março e maio de 2018 passaram-se pouco mais de 2 meses – 70 dias. No entanto houve piora da expectativa dos brasileiros em todos os quesitos pesquisados. Em todos os casos houve um aumento dos que consideram que a situação vai ficar como está ou piorar.

Chama a atenção principalmente a piora da expectativa do brasileiro em relação ao emprego e à segurança pública. Ambos com uma redução de 7 pontos percentuais no índice de expectativa de melhora.

Os jornais têm tecido elogios às reformas do governo Temer – inclusa a reforma trabalhista -  que teriam estancado a recessão e iniciado um caminho de melhora ainda que lento. Eis um caso em que a opinião pública vai no sentido contrário da opinião publicada.

A pretensa alta rejeição de Lula

Muito tem se falado que Lula, apesar dos altos índice de intenção de voto, possui também um alto índice de rejeição. A pesquisa CNT mostra justamente o contrário. Lula é um dos que menos é afetado pelo mau humor dos brasileiros. Entre os principais candidatos, é o que tem menor índice de rejeição – algo em torno de 46% - empatado com Ciro Gomes.

Interessante é o caso de Marina Silva, com 56,5% de rejeição, só é superado por Temer e seus estrondosos quase 88% de rejeição.

Alckmin se desmancha

Mas o dado mais relevante desse item da pesquisa – o índice de rejeição - é uma péssima notícia para Alckmin. No curto espaço dos 70 dias entre as pesquisas de março e maio, seu índice de rejeição subiu mais de 5 pontos percentuais – passando de 50,7% para 55,9%. Os índices dos demais candidato variaram para mais e para menos dentro da marem de erro da pesquisa que é de 2,2%.

Quem tem um povo para chamar de seu

Há um quesito da pesquisa que é altamente sintomático. É o que avalia o oposto do grau de rejeição – chamaremos de índice de fidelização. Ele é expresso na opção do eleitor em ter um candidato que seria o único em que votaria.

Não é surpresa o percentual de Lula. Com 25,6% de eleitores que o têm como única opção de voto. Lula já disse – ele não é um candidato, é uma ideia.

Bolsonaro tem

Porém, o índice de Bolsonaro é algo a se prestar atenção. Até há pouco tempo, Bolsonaro era um tipo folclórico do baixo clero do nosso Congresso Nacional. Hoje, 13,1% dos eleitores lhe são fiéis e o têm como única opção de voto.

Somente para se ter uma base para comparação – embora esse índice seja a metade dos fiéis de Lula – quem mais se aproxima de Bolsonaro é Marina Silva com distantes 4,5% de fidelização.

Bolsonaro tem um povo para chamar de seu.

A caminho do brejo

Cora Ronái

A sociedade dá de ombros, vencida pela inércia

Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.

Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos.

Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.

A lista não acaba.

Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.

Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.

Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.

Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.

Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.

Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais. Enquanto isso tem gente nas ruas estourando fogos pelos times de futebol!




 







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