Os católicos estão em sentimento religioso com o que chamam de os últimos momentos da vida de Jesus, denominado de Paixão de Cristo, porque a palavra "paixão", no contexto litúrgico e histórico, deriva do latim passio (ou pacio), que significa sofrer, suportar ou sofrimento.
Só que de paixão, o sofrimento de Jesus não tem nada. E esta passagem deveria chamar-se de “O Assassinato, Morte e Ressureição de Cristo”. Pois Ele sofreu muito e não teve nenhuma culpa para condenarem a morrer na cruz. E esta narrativa tem muito a ver com a realidade de agora, com o STF e o governo Lula.
Ao morrer, Cristo disse: “Em Tuas mãos, Eu entrego o meu espírito”, pois como ser humano, também temia a morte e foi desamparado pelo povo que usufruiu de suas benesses. Segundo o termo Paixão" refere-se a todo o sofrimento físico e espiritual suportado por Jesus, desde a agonia no Jardim das Oliveiras (Getsêmani) até a prisão, tortura, carregamento da cruz e crucificação. Esse termo também carrega a ideia de um "sofrimento aceito voluntariamente por amor" à humanidade.

O feriado, muitas vezes chamado de Sexta-feira Santa, é dedicado à memória dessa dor, sendo um dia de silêncio, luto e profunda contemplação na Igreja Católica. Você já parou para pensar porque chamamos de Paixão de Cristo, se o que acontece ali é sofrimento. dor e a palavra paixão nesse caso, não tem cabimento.
Segundo os cristão, relembra a crucificação e morte de Jesus Cristo, ocorrendo na sexta-feira anterior ao Domingo de Páscoa. É um dia de luto, reflexão, jejum e abstinência de carne, integrando o Tríduo Pascal. A data é móvel, baseada no calendário lunar e no equinócio.
Mas vale à pena fazer um sacrifício pelo Cristo Jesus, apesar da propaganda das igreja católica.